O dia em que virei surda

Sabem aquela fábula dos vários sapos que tentaram alcançar a torre bem alta, mas que pelo caminho todos diziam que era muito alta, que não deviam ir, que não iriam conseguir, que desistissem, que é impossível lá chegar.

Pois bem no fim só um consegui lá chegar. Sabem porquê? Porque era um sapo surdo!

Então porque dás ouvidos à sociedade que te rodeia? Porque dás ouvidos aos manipiladores? Aos que não estão bem com a vida, aos invejosos, aos ciumentos, aos possessivos? Porque è que os ouves?

Este tipo de pessoas não nos deixam evoluir! Por isso afastas-as da tua vida.

Rodei-a-te de pessoas que te amam e que te desejam o melhor e que não te queiram prender.

Porque tu… Tu sabes que tens bom coração, tens força e vais fazer acontecer. Tu vês sempre o melhor nas outras pessoas e na tua vida. Mas não podes deixar a tua luz, força e vontade de viver serem engolidas e estranguladas por uma sociedade incapaz de se seguir pelos bons valores. Por isso, houve aquele dia em que eu decidi afastar tudo o que era tóxico da minha vida e fechar as portas às oportunidades que dei vezes sem conta às várias pessoas de mostrarem o seu lado bom, foi o o dia em que comecei a ficar surda e a percorrer o meu próprio caminho. Um caminho que partilho contigo, um caminho de força, uma caminho de amor naquilo que faço, um caminho de entusiasmo por mais dura que a vida seja, um caminho onde eu e tu vemos o lado positivo da vida. Um caminho que um só sorriso basta para esquecer toda a tristeza do momento. Um caminho onde estendemos a mão a quem quer ajuda e um caminho que nos ajudamos um ao outro.